Quão engraçado a necessidade fútil de expressão através das palavras! Palavras desnecessárias e sem sentido no papel, procurando todas consigo um contexto hábil referente ao pensamento do autor.
É frustrante, portanto, quando se ouve falar: “Mas, afinal, o que isto significa?”
Todos os textos tem seu significado. Quem o lê, dá o seu PRÓPRIO significado, sentimentalismo. Quantas vezes não lemos que cada interlocutor é, na verdade, um co-autor?
Todos nós temos liberdade; pensamentos e ações. Se pensamos; damos sentido a algo. Se agimos, por que não trocamos as palavras sem sentido no papel por uma ação sentimentalista racional?
Seríamos felizes se estas palavras traduzissem fortemente TODAS as emoções e confusões humanas...
Por isso que soltamos as palavras no papel... Por isso que as mesmas palavras só criam sentido na imaginação e dentro do nosso fugaz coração.
Ana Luiza Pereira
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