Complexidade de perdas


Se penso; existo.
Se existo; me busco.
Se me busco; uma hora me acho.
Enquanto não; me perco. 
Perco-me na melancolia, estupor, paixão, tristeza, vida e morte de palavras dos textos que me convém a escrever.
Infinitas possibilidades de perdas e encontros se há em palavras feitas de ações ou emoções completas ou não.
Inifinadades de definições incompletas por auto-biografias confusas não consistentes a de um dicionário.
Somos humanos, sujeitos a falhas.
Somos humanos, aqueles que pensam e criam palavras mais falhas...
Afinal, se penso, existo e me busco, por que não pensar, existir e me buscar me perdendo no mar de sentimentos tentando serem descritos num oceano de palavras?

Ana Luiza Pereira

2 comentários:

  1. Meu tipo de leitura favorita.
    Sou péssimo pra comentar, mas acho que não posso dar elogio melhor do que esse: Me inspirou!

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  2. Lindooo de mais.
    como o Gio disse.
    - meu tipo de leitura favorita.
    adoreiii .

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