Cante, ó Klío, filha do Crônida,
as facetas dos homens
de longas cabeleiras e fortes músculos,
e suas façanhas nos abismos marítimos movimentados.
Cante, Musa, os monstros que encontraram no vasto azul
como o céu e que se fez na terra.
Cante o sangue derramado dos marinheiros
e o pavor sombrio dos capitães.
A sombra de tamanhos monstros
sangue e terror foram plantados
à beira de redemoinhos entre o mar sem fim.
Cante os monstros, Calipso e Caribdes,
terror dos marinheiros Argos de longas joelheiras.
Cante a expedição náutica de heróis com nomes gravados
pelos aedos cantados nos séculos por um povo que te ouve.
Cante seu belo cantar!
Cante histórias heroicas, ó grande Klío!
Nós, povo de longas joelheiras e pouca sabedoria,
não sabemos viver sem suas histórias de coragem, força e fervor.
de longas cabeleiras e fortes músculos,
e suas façanhas nos abismos marítimos movimentados.
Cante, Musa, os monstros que encontraram no vasto azul
como o céu e que se fez na terra.
Cante o sangue derramado dos marinheiros
e o pavor sombrio dos capitães.
A sombra de tamanhos monstros
sangue e terror foram plantados
à beira de redemoinhos entre o mar sem fim.
Cante os monstros, Calipso e Caribdes,
terror dos marinheiros Argos de longas joelheiras.
Cante a expedição náutica de heróis com nomes gravados
pelos aedos cantados nos séculos por um povo que te ouve.
Cante seu belo cantar!
Cante histórias heroicas, ó grande Klío!
Nós, povo de longas joelheiras e pouca sabedoria,
não sabemos viver sem suas histórias de coragem, força e fervor.
Ana Luiza Pereira
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