Não vi (Escrito por Gabriel Porcino dos Santos)


Não vi minha vida passar diante de meus olhos, pois estes estavam ofuscados.
Muito menos, as súplicas do meu coração, pois minha mente estava enebriada pela música.
E, em um devaneio, flagro me recordando de vís venenos como estes para existir: tempos onde a tua existência já me bastava.
Quem me dera se soubesse o que viria de vir...

Gabriel Porcino dos Santos

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