Sentido Próprio do Mundo



Nunca parei para pensar no sentido das coisas, a não ser das coisas relacionadas à minha vida. Talvez por egoísmo, dúvida ou achar que era perda de tempo. Na verdade, é por que nunca tive tempo e maturidade o suficiente para pensar nisto.
Minha vida, minhas coisas... tudo tem seu sentido no mundo. Até o próprio Mundo carrega seu sentido próprio.
Eu não penso no Mundo como um amontoado de coisas supérfluas separadas, mas como um conjunto unitário, nele se abrange várias coisas que, nem sempre, damos a devida importância, mesmo estando presentes em nossa jornada.
Eu penso no Mundo e me lembro da Vida. Não da minha, ou da sua, mas da vida em si presente em cada célula deste planeta. Coisa que nos parece minúscula, mas a mais importante que temos.
E, qual o sentido da vida senão o de nos ensinar? Nossos pais nos educam, mas a vida, sim, ensina o certo e o errado, bom e ruim, às vezes, de maneira que não queríamos ter aprendido. Afinal, o que vale não é quantas vezes você caiu, mas quantas vezes você teve forças para se levantar após a queda.
Enfiamo-nos em buracos escuros, alguns chamados de ódio ou depressão, drogas ou violência, mas a vida tem seguido sempre seu propósito; mostrar que cada caminho obscuro terá o seu retorno à luz, sempre terá alguém a oferecer-lhe ajuda e a te lembrar que o que é realmente bom e belo na vida é a sua simplicidade.
Para você, estou levando essa de “sentido da vida” para o lado clichê, mas para mim, cada vida é um “mundinho egoísta particular” e, juntos, formam o Mundo (ou, “universo de mundos egoístas”) que conhecemos; que damos ou não sentido ao escolhermos o bom ou ruim.
Pense; não destrua o seu mundo com seus atos! Para, depois, destruir o nosso com suas consequências.

Ana Luiza Pereira

1 comentários:

Ana Carolina disse...

Muito bom!!! Amei Aninha!!!
Sua fã número 1: Ana Carolina

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